A Mén Non

Alguns dos membros e amigos da Mén Non, 2017

Alguns dos membros e amigos da Mén Non, 2017

 

A 22 de Setembro de 2010 a Associação de Apoio a Mulher de São Tomé e Príncipe “MenNon” que em criolo forro significa “Nossa Mãe” deu inicio a sua longa e próspera jornada.
Contamos com a Presença do excelentíssimo Sr. Embaixador de São Tomé e Príncipe em Portugal, Damião Vaz DAlmeida, o presidente da ACOSP António Cádio, e a Presidente da Plataforma das Mulheres Portuguesas, Margarida Medina Martins.

A Associação Mén Non é de âmbito nacional e internacional, e tem como objetivo promover e contribuir para a informação, proteção e apoio às mulheres de São Tomé e Príncipe em Portugal, no geral e, em particular, designadamente através de informação, do atendimento e encaminhamento, do apoio moral, social, jurídico, psicológico e económico; colaborar com as competentes entidades em Portugal, e de São Tomé e Príncipe, nomeadamente de administração da justiça, polícias,  e segurança social, de saúde, bem como as autarquias locais, regiões autónomas e outras entidades públicas ou particulares de infrações penais e respetivas famílias; fazer parcerias com associações de estudantes, escolas; promover e  participar em programas, projetos e ações de informação e sensibilização da opinião pública; estabelecer contactos com organismos internacionais e colaborar com entidades em que outros países prosseguem fins analógicos.

Men Non, que em crioulo forro significa “Nossa Mãe”, e é a Associação das Mulheres de São Tomé e Príncipe em Portugal.
Entre os principais objectivos da associação está o auxilio às mulheres de São Tomé e Príncipe que se deslocam a Portugal em junta médica e o acompanhamento de jovens são-tomenses em risco.

A despeito das capacidades de liderança mostrada pelas mulheres, a igualdade géneros em S.Tomé e Príncipe continua muito distante.

Falar da política de igualdade, implica falar de igualdade de oportunidades no que concerne a educação, a distribuição de emprego e salário, na melhoria do bem-estar das mulheres nos locais de trabalho, na protecção a maternidade e nas barreiras culturais. É preciso reajustar a situação de acordo com as necessidades quer de mulheres quer dos homens como uma componente fundamental de um processo a longo prazo.

Entretanto, há algumas providências que podem ser adoptadas desde já tais como o reforço da cidadania e a união da mulher são-tomense em Portugal assim como a instauração de diálogo permanente com as mulheres são-tomenses residentes em Portugal a fim de permitir que elas expressem as suas preocupações para irmos ao encontro das suas necessidades.